O que é o encontro

A Formação Arquidiocesana de Ministérios (FAM) acontecerá dia 03 de fevereiro de de 2019. O Encontro é momento de profunda oração, formação geral e específica e escuta profética. 

Inscrição

As inscrições da FAM podem ser feitas até o dia 31 de janeiro de 2019, às 23h55, no valor de R$20,00. A partir do dia 01 de fevereiro inscrições somente no local se houver vagas. Limite de vagas 2.000
Crianças, a partir de 12 anos, necessitam realizar inscrição normalmente. 

Não haverá serviço de evangelização de crianças, pois todos os servos estarão vivenciando o momento de formação.

Alimentação

Haverá praça de alimentação no local.


O dia 11 de julho de 2018 ficou marcado na história da Sede Nacional da Renovação Carismática Católica do Brasil, pois, na tarde desta quarta-feira, a presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL, Katia Roldi Zavaris, assinou a escritura definitiva do terreno da Sede Nacional do Movimento, no 2º Tabelionato de Notas e Protestos de Título da Comarca de Lorena (SP).
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A escritura definitiva foi assinada pela presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL, Katia Roldi Zavaris, pela proprietária do terreno, a sra. Taís Vizaco e pelo prefeito do município onde está localizada a Sede Nacional.  A assinatura foi um momento de muita alegria para toda a Renovação Carismática Católica do Brasil, pois coroa o movimento com a graça de concluir todo o processo jurídico de posse do terreno da Sede Nacional.
Além da presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL, participaram desse momento o sr. Augusto dos Reis Ferreira (gerente geral do Escritório Nacional da RCCBRASIL), os advogados Dr. Luis Chacon e Dr. Lucca Ferri (advogados do Escritório Nacional da RCCBRASIL e membros da Chacon Macedo Oliveira Sociedade de Advogados), Lucemir Amaral (prefeito de Canas) e do Dr. Bruno Reginato (advogado e diretor de assuntos jurídicos da prefeitura de Canas).alt
A primeira atividade da tarde foi a leitura presencial do termo de posse dos envolvidos, seguido da assinatura da Escritura. “Trata-se de um marco na vida do movimento, exatamente às portas do jubileu de ouro da RCC no Brasil, mostrando o operar do Espírito Santo que nos conduz e conduz toda a Igreja. A partir daqui, apontamos para o futuro em que a graça do batismo no Espírito Santo se estabelece firmemente com raízes profundas em nossa terra de Santa Cruz”, declarou a presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL, Katia Roldi Zavaris, sobre esse grande momento vivido pelo Movimento.
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Ore, ajude e divulgue a Sede Nacional! Alcançamos grandes graças de Deus para a nossa casa.Continue contribuindo com as obras da Sede Nacional e com todas as outras atividades da RCCBRASIL. Muitas outras vitórias podem ser conquistadas com sua ajuda e colaboração!

Papa: os cristãos “sem memória” perdem o sal da vida

“Memória” foi a palavra-chave na homilia da missa celebrada na Casa Santa Marta. Francisco pediu que os fiéis façam memória dos encontros com Cristo, dos antepassados e da lei do amor.

Alessandro Di Bussolo – Cidade do Vaticano

A memória cristã é o sal da vida, voltar para ir para frente: devemos recordar e contemplar os primeiros momentos nos quais encontramos Jesus. Palavras do Papa Francisco na missa celebrada na manhã de quinta-feira (07/06) na capela da Casa Santa Marta. A sua homilia foi inspirada na exortação de São Paulo a Timóteo, na Primeira Leitura: “Lembra-te de Jesus Cristo”.

Sal da vida

Trata-se de voltar com a memória para encontrar Cristo, explicou o Papa, “para encontrar forças e poder caminhar para frente. A memória cristã é sempre um encontro com Jesus Cristo”.

A memória cristã é como o sal da vida. Sem memória não podemos ir para frente. Quando encontramos cristãos “desmemorados”, logo vemos que perderam o sabor da vida cristã e acabaram como pessoas que cumprem os mandamentos, mas sem a mística, sem encontrar Jesus Cristo. E Jesus Cristo devemos encontrá-lo na vida.

Encontros, antepassados e lei

Francisco acrescentou que são três as situações em que podemos encontrar Jesus Cristo: “nos primeiros momentos, nos nossos antepassados e na lei”. A Carta aos Hebreus nos indica como fazer:

“Evoquem na memória aqueles primeiros tempos, depois da conversão, em que eram tão fervorosos …” “Cada um de nós tem momentos de encontro com Jesus”. Na nossa vida, prosseguiu o Papa, houve “um, dois, três momentos em que Jesus se aproximou, se manifestou. Não esqueçam esses momentos: devemos ir para trás e retomá-los porque são momentos de inspiração, onde nós encontramos Jesus Cristo”.

Cada um de nós tem momentos assim: quando encontrou Jesus Cristo, quando mudou de vida, quando o Senhor lhe fez ver a própria vocação, quando o Senhor o visitou num momento difícil… Nós no coração temos esses momentos. Busquemo-los. Contemplemos esses momentos. Memória daqueles momentos nos quais eu encontrei Jesus Cristo. Memória daqueles momentos nos quais Jesus Cristo encontrou a mim. São a fonte do caminho cristão, a fonte que me dará as forças.

“Eu recordo esses momentos?”, perguntou Francisco. “Momentos de encontro com Jesus quando a minha vida mudou, quando me prometeu algo?” “Se nós não lembramos, vamos procurá-los. Cada um de nós tem os seus.”

Não recebemos a fé por correio

O segundo encontro com Jesus, disse ainda o Papa, acontece através da memória dos antepassados, que a Carta aos Hebreus chama “os seus chefes, que lhes ensinaram a fé”. Também Paulo, sempre na segunda carta a Timóteo, o exorta assim: “Lembre-se de sua mãe e de sua avó que lhe transmitiram a fé”. “Não recebemos a fé por correio”, afirmou o Papa, mas “homens e mulheres nos transmitiram a fé” e diz a Carta aos Hebreus: “Olhem para eles que são uma multidão de testemunhas e se fortaleçam neles, eles que sofreram o martírio”.

Sempre quando a água da vida se torna um pouco turva, destacou Francisco, “é importante ir à fonte e encontrar nela a força para ir avante. Podemos nos perguntar: eu evoco os meus antepassados? Eu sou um homem, uma mulher com raízes? Ou me tornei desarraigado? Somente vivo no presente? Se é assim, é preciso imediatamente pedir a graça de voltar às raízes”, àquelas pessoas que nos transmitiram a fé.

A lei do coração

Por fim, a lei, que Jesus nos faz recordar no Evangelho de Marcos. O primeiro mandamento é: “Escutai, Israel, o Senhor nosso Deus”.

A memória da lei. A lei é um gesto de amor que o Senhor fez conosco porque nos indicou o caminho, nos disse: por esta estrada não vai errar. Evocar na memória a lei. Não a lei fria, que parece simplesmente jurídica. Não. A lei do amor, a lei que o Senhor inseriu no nosso coração.

“Eu sou fiel à lei, lembro da lei, respeito a lei?”, questionaou ainda o Papa. Algumas vezes, nós cristãos, inclusive consagrados, temos dificuldade de dizer de cor os mandamentos: ‘Sim, sim, eu lembro, mas depois a um certo ponto erro, não lembro”.

Memória e esperança

Lembrar-se de Jesus Cristo, concluiu o Papa, significa ter “o olhar fixo no Senhor” nos momentos da minha vida nos quais eu O encontrei, momentos de provação, nos meus antepassados e na lei. E a memória “não é somente um ir para trás”. É ir para trás para ir para frente. Memória e esperança vão juntas. São complementares, se completam. “Lembre-se de Jesus Cristo, o Senhor que veio, pagou por mim e que virá. O Senhor da memória, o Senhor da esperança”.

O convite final do Papa é que cada um de nós hoje pegue um minuto para se perguntar como está a memória dos momentos nos quais encontrei o Senhor, a memória dos meus antepassados e a memória da lei. Depois, como vai a minha esperança, naquilo que espero. “Que o Senhor nos ajude neste trabalho de memória e de esperança.”

Papa: as redes sociais são um espaço de encontro e solidariedade

“Peçamos juntos para que as redes sociais não anulem a própria personalidade, mas que favoreçam a solidariedade e o respeito pelo outro na sua diferença”. Esta é a intenção de oração do Santo Padre para o mês de junho: “A Internet é um dom de Deus e também uma grande responsabilidade”, acrescentou.

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco, em O Vídeo do Papa de junho, afirma que as redes sociais são uma oportunidade de encontro e solidariedade, mas adverte que devem ser usadas respeitando a dignidade dos outros. Ele também enfatiza a importância de construir uma cidadania na rede como um lugar rico em humanidade.
“Peçamos juntos para que as redes sociais não anulem a própria personalidade, mas que favoreçam a solidariedade e o respeito pelo outro na sua diferença”, diz o Papa. “A Internet é um dom de Deus e também uma grande responsabilidade”, acrescentou.
No mundo, atualmente existem 3.196 bilhões de usuários ativos nas redes sociais, que representam 42% da população mundial. Entre as regiões onde tem uma maior concentração, destacam-se América do Norte, com 70% de usuários ativos em relação à população; o norte de Europa, com 66%; a Ásia Oriental, com 64%; e a América do Sul, com 63%.
“Aproveitemos as possibilidades de encontro e de solidariedade que as redes sociais oferecem”, pediu Francisco. “Vamos construir uma verdadeira cidadania na rede e que a rede digital não seja um lugar de alienação”, acrescentou.
“Convivemos com as redes sociais quase sem percebermos, mas, muitas vezes, ao invés de servir como um instrumento de verdadeira comunicação e comunhão, tornam-se um meio de discórdia e desinformação”, comenta o Pe. Frédéric Fornos, SJ, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Juvenil. “Façamos das redes sociais um lugar de humanização, de abertura ao outro, à sua cultura, à sua tradição religiosa e espiritual, à sua diferença; lugar de diálogo a serviço de uma cidadania responsável”, acrescentou.

 

Fonte: Vatican News

Na homilia pronunciada na manhã de hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco destacou a necessidade de recordar e não perder as raízes e propôs 3 tipos de situações.

Ter memória permite “encontrar forças e poder caminhar para frente”, porque “a memória cristã é sempre um encontro com Jesus Cristo”, explicou.

“A memória cristã é como o sal da vida. Sem memória não podemos ir para frente. Quando encontramos cristãos ‘desmemoriados’, logo vemos que perderam o sabor da vida cristã e acabaram como pessoas que cumprem os mandamentos, mas sem a mística, sem encontrar Jesus Cristo. E devemos encontrar Jesus Cristo na vida”.

Existem 3 situações em que se pode encontrar Jesus Cristo: “nos primeiros momentos, nos nossos antepassados e na lei”.

Na vida de cada um, prosseguiu o Papa, houve “um, dois, três momentos em que Jesus se aproximou, se manifestou. Não esqueçam esses momentos: devemos ir para trás e retomá-los porque são momentos de inspiração, onde nós encontramos Jesus Cristo”.

“Cada um de nós tem momentos assim: quando encontrou Jesus Cristo, quando mudou de vida, quando o Senhor lhe fez ver a própria vocação, quando o Senhor o visitou num momento difícil… Nós no coração temos esses momentos. Busquemo-los. Contemplemos esses momentos. Memória daqueles momentos nos quais eu encontrei Jesus Cristo. Memória daqueles momentos nos quais Jesus Cristo encontrou a mim. São a fonte do caminho cristão, a fonte que me dará as forças”.

Sobre a “memória dos antepassados”, disse que “não recebemos a fé por correio, mas através de homens e mulheres que nos transmitiram a fé”.

Francisco convidou a perguntar-se: “Evoco os meus antepassados? Eu sou um homem, uma mulher com raízes? Ou me tornei desarraigado? Somente vivo no presente? Se é assim, é preciso imediatamente pedir a graça de voltar às raízes”, afirmou na homilia.

Sobre a “memória da lei”, o Pontífice sublinhou que “é um gesto de amor que o Senhor fez conosco porque nos indicou o caminho, nos disse: por esta estrada não vai errar. Evocar na memória a lei. Não a lei fria, que parece simplesmente jurídica. Não. A lei do amor, a lei que o Senhor inseriu no nosso coração”.

“Algumas vezes, nós cristãos, inclusive consagrados, temos dificuldade de dizer de cor os mandamentos: ‘Sim, sim, eu lembro, mas depois a certo ponto erro, não lembro”.

O Santo Padre concluiu convidando cada um a tirar “um minuto para se perguntar como vai a minha esperança, naquilo que espero”.

fonte: ACI Digital

Londrina, 29 de maio de 2018.

Caríssimos irmãos Coordenadores(as)/Servos(as)

O pecado é o motivo de tua tristeza. Deixa que a santidade seja o motivo de tua alegria

Santo Agostinho

Quando respondemos o nosso sim a Jesus e nos oferecemos livremente ao chamado, como instrumento em suas mãos, ficamos a mercê de Sua santa vontade e, por isso, Ele nos conduz por caminhos novos. Não sabemos nada dos detalhes desses novos caminhos e das paisagens que encontraremos no futuro. Temos apenas a confiança que Aquele que nos chamou pelo nome é quem toma-nos pela mão – Ele que é o Caminho, a Verdade e a Vida que nos conduz a um novo horizonte onde juntos podemos declarar a grandeza do Senhor: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Dominador, o que é, o que era e o que deve voltar.(cf Ap 4,8)

Irmãos, foi na Arquidiocese de Londrina que descobri minha vocação como servo. Foi nesse solo sagrado que aprendi amar a Igreja de Cristo, por meio da poderosa ação do Espírito Santo, meu Tudo! As experiências mais preponderantes em minha vida durante os momentos carismáticos (grupos de oração, cenáculos, retiros etc) foram promovidos por essa arquidiocese. Sou profundamente grato a Deus por ter me chamado aqui nessa arquidiocese, pela qual me empenhei durante anos, seja como coordenador diocesano da pregação, coordenador do decanato de Rolândia e do Grupo de Oração Luz do Mundo de Jaguapitã. Quanta gratidão por tudo o que o que Deus realizou neste tempo. Mas um novo tempo se inaugura, tempo este onde o Senhor nos pede um comprometimento maior, uma Igreja em saída, em missão e para isso é necessário uma convicção maior pela busca da vida de santidade.

A vossa dedicação, servos e amigos de Deus, em preservar a identidade carismática muito me faz feliz. Tendes preservado os elementos distintivos da identidade do Movimento em vossos Grupos de Oração e isso tem se tornado garantia da verdadeira carismaticidade. Não podemos recusar a graça do batismo no Espírito Santo. É essa presença nova e o transbordamento do Espírito que nos capacitam para viver a perfeição evangélica e o serviço ministerial a nós confiado. Contem sempre com esse precioso dom, o batismo no Espírito Santo, e deixem-se conduzir pelo Espírito em todas as vossas ações. Não se fechem aos carismas dados por Ele e queiram contar com essas graças especiais, instrumentos extraordinários que tornam nossa missão

eficaz. Sobretudo, irmãos, esforcem-se para viver fraternalmente. O amor fraterno é sinal objetivo da presença do Espirito em nossa vida. O amor é o elemento distintivo de nossa experiência de Deus. Busque ainda mais a intimidade com a palavra de Deus e a vida de oração pessoal.

Irmãos e irmãs da RCC LONDRINA, o testemunho de vossa fidelidade tem se propagado dentro da RCC de nosso Estado e também em muitos lugares de nosso país. O acolhimento das moções proféticas e dos projetos nacionais e estaduais, e o esforço por manter a fidelidade a nossa identidade tem ressoado como exemplo a ser seguido. O vosso testemunho tem glorificado a Deus e animado outros a viver na fidelidade.

Queridos, o fruto de vossa fidelidade na oração gera conversões e salvação de almas, por isso peço a todos a fidelidade no pouco, no seu terço diário, na meditação dos salmos, no magnificat e na armadura do cristão.

Aos novos coordenadores me dirijo que tenhamos a consciência que, antes de sermos coordenadores, somos servos. Por isso a necessidade de servimos com alegria, a coordenação não é status, fomos eleitos por Jesus, ele no coroou, mas precisamos depor nossas coroas diante do trono e deixar que Ele reine.

Irmãos da RCC Londrina, sobretudo líderes e servos nos grupos de oração, convido-os a manter a unidade com nossa Arquidiocese. Lembrem-se que vossa diocesaneidade é um dom do Espírito Santo, que não cerceia vossa identidade, expressemos nosso testemunho de unidade com a Igreja particular de Londrina e as outras identidades e carismas presente neste lindo jardim que é nossa amada Mãe Igreja.

Não vos deixeis seduzir pela tentação do isolamento. “Aquele que caminha sozinho dilacera o Corpo de Cristo!” (D. Francisco M. Vieira)Esforcem-se, portanto, para viver “em tudo” na unidade com osdirecionamentos e encaminhamentos arquidiocesanos. A vossa obediência participativa será fonte de bênçãos para vossos grupos de oração, sobretudo, para cada um de vocês em vossa vida pessoal. Viver sob a graça da obediência é manter continuamente aberta as portas do céu, de onde derrama- se toda espécie de bênçãos.

Rezem por aqueles que foram constituídos por Deus em autoridade e que hoje conduzem esse Movimento na arquidiocese. Unam-se a eles em todas as coisas a fim de que, ao final, Deus seja glorificado em tudo.

Coloquem em vossas orações a vida e ministério episcopal do nosso Arcebispo Dom Geremias Steinmetz e ministério sacerdotal do Pe. Marcelo Gomes, diretor espiritual e assessor eclesiástico da RCC LONDRINA para que em unidade com a Igreja possamos ver realizadas as profecias de Deus em nossa arquidiocese em nosso amado movimento eclesial.

Que Deus conceda a ambos a graça da perseverança e da santidade. Rezem também por mim para que eu consiga cumprir com fidelidade e sob o poder do Espírito a este ministério que Deus me confiou.

Que Cristo o Bom Pastor nos conduza neste novo tempo! E creiamos que o Imaculado Coração triunfará!
Veni Creator Spiritus
Um grande abraço e ósculo santo!

Ademir Humberto de Lima Rissi Coordenador da RCC

Arquidiocese de Londrina

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